segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A influência das pesquisas na política

Um faxineiro que trabalhava na redação de um jornal, ao conferir o resultado das urnas com a lista dos candidatos eleitos dizia, esse acertei, esse errei. Ou seja, ele é o tipo de eleitor que tem como critério votar em quem vai ganhar. Não se importa com as qualidades que o futuro agente público deve ter.Para quem escolhe dessa forma o candidato, as pesquisas de intenção de voto tornam – se um bom expediente. Basta olhar os que estão na frente e ponto final.

Ironicamente, nesse segundo turno em Juiz de Fora, tem candidato que foi beneficiado pelo resultado da pesquisa e agora começa a sentir na pele o outro lado. Os números mudam a cada dia e fica claro que a disputa será acirrada em nossa cidade. Para quem já se sentia vitorioso o clima está bastante tenso.
Estes fatos mostram claramente a quantidade de eleitores sem critérios e ao mesmo tempo a falta de educação política.

Cuidar bem da cidade é antes de qualquer coisa colocar o bem comum acima dos interesses particulares. É preciso ter paciência para suportar a ignorância e trabalhar com perseverança para que essas pessoas aprendam que o voto não pode ser influenciado por uma pesquisa que pode sofrer uma enorme modificação de um turno para outro.
Aprender votar é antes de qualquer coisa aprender o que é ser cidadão.

Um comentário:

Carlos Ferreira disse...

Estou de casa nova, agora na Rádio Energia FM 96,7. Na nova Rádio, vou continuar
conciliando minha atividade de contabilista, afinal é ela que mantém o sustento meu e de minha família, principalmente, quando se externa posição política diferente da do "patrão", com a de radialista. A estréia acontece dia 01/12, segunda-feira. É um projeto novo num canal
de sucesso, o 96,7. Nomes de relevãncia estarão fazendo parte desse
time: Márcio Augusto, Tâmara Lis, Thiago Werneck, Jasqueline Pioli,
Dina Alexia e muitos outros.
Com mais de vinte anos de carreira, jamais havia ficado tanto tempo fora do ar (onze meses). Tenho um lema de que "radialista sem microfone é igual padre sem paróquia, só os amigos lembram".
Estou bastante motivado com esse novo projeto num mercado (Juiz de Fora) em que o rádio foi assassinado, principalmente o AM, e os assassinos e as assassinas ainda não foram presos.
Um mercado que revelou Maurício Menezes (trabalhou vinte e cinco anos no rádio carioca e esteve em quatro copas do mundo), Paulo Lopes (um dos maiores salários do rádio paulista), Francisco Barbosa (líder de audiência na Tupi do Rio), Fernando Sérgio, Sérgio Rodrigues, Cláudio Temponi, Aparício de Vitta e alguns outros.
www.carlosferreirajf.blogspot.com